
“Quando cheguei com a Pety em casa, a Cris não quis nem saber e não foi ver a cadela. Ela nunca tinha tido um animal de estimação e achava que dava muito trabalho. Fui colocado pra fora de casa junto com a Pety, aí com o tempo ela foi amolecendo aqui e ali e já sabe né… Hoje a Cris não desgruda da Pety e dá todos os mimos possíveis rsrsrsrs. Trata-se de um Bulldog francês, cão muito agíl e dócil. Ela tem 3 anos, adora comer frango assado e bagunçar no parque Ibirabuera. A Pety viaja todo fim de semana conosco, é praticamente uma filha.”
Agora é a vez da atriz Daniele Susuki apresentar no blog do Cãopido sua amigona de patas: Margarida. “Ela é inteligente, rápida, obediente, carinhosa, ama bola, banho quente e viajar. É mais gente que cachorro”, conta. Entre seus hábitos curiosos, Margarida curte um bom bate-papo: “ela fica sentada olhando a gente falar e depois responde com um barulhinho… Parece que está conversando mesmo”, brinca.

O casal de atores Daniele Valente e Christiano Cochrane com a cadela Gianduia, que ama afagos na barriga
Nome, Raça, Idade: Gianduia, Cane Corso, 5 anos
Como você descreveria a personalidade da Gianduia?
Extremamente carinhosa conosco e desconfiada de estranhos. Toma conta da casa muito bem, mas não dispensa um carinho na barriga.
Ela tem algum hábito curioso ou engraçado?
Tem! Todos os dias ela fica algum tempo olhando a paisagem. Dá para jurar que ela está meditando. Ela senta sempre no mesmo lugar em cima do morro e fica olhando a vida passar ao longe…
Que tipo de momento você ama viver tendo a Gianduia como companhia?
Parte da graça de irmos até Campos do Jordão, hoje em dia, é brincar com a Gianduia. A Dani e eu ficamos sentados no gramado na preguiça, só curtindo o visual e fazendo carinho na barriga da cachorra.

Nome: Johny
Raça: Boxer
Idade: 9 meses
Como você descreveria a personalidade de seu cão?
O autêntico boxer: alegre, abusado e fiel.
Você já deve ter pagado mico por causa dele…
Vários micos… Hahahahahahaha, pula em todo mundo, entra no carro dos outros, não pode ver outro cachorro que corre pra brincar…
Que tipo de momento você ama viver tendo seu cão como companhia?
Quando chego em casa, ele faz a maior festa quando chego animado. Faz muito carinho quando chego cansado ou triste. Ele sente como estou e sabe quando preciso dele. E tenho o Zeca também, um golden de dois anos e meio que é líder, tem personalidade forte pra caramba. Nada, vai em cachoeira, piscina. É lindo e o maior barato também.
Quer saber mais sobre o Bruno Gagliasso?
Visite o blog dele: www.gagliassoblog.com

Micos: Johny pula em todo mundo, entra no carro dos outros.

No último fim de semana fui andar de bike no parque do Ibirapuera e me enveredei por aquela trilha perto do viveiro de plantas (amo, amo…). É ali por perto que fica a parte mais alto astral do parque – o playground dos cachorros. É simplesmente delicioso olhar pra todas aquelas doces criaturas de todos os tamanhos e tipos correndo soltas, livres, felizes pelo gramadão. Impossível estar ali e não sorrir…
Pedalar no parque, ver o verde e ver essas fofurices faz muito bem pro espírito… Não aguentei: parei a pedalada só pra fazer essas fotos pro blog…

Sábado de manhã no parque do Ibirapuera <<foto by alek>>

Clima 10: ponto de encontro entre cães e donos <<foto by alek>>

Que graça! <<foto by alek>>

Tamanho PP, M e G <<foto by alek>>

Liberdade: São Bernardo dando um gás <<foto by alek>>

Amor pra todos! <<foto by alek>>

Friozinho de Outono: style dos frequentadores do Ibira <<foto by alek>>

Lanche na Gatacine: a blogueira Alek, Otto e o cineasta Marcelo Galvão
Otto, bulldog inglês do cineasta Marcelo Galvão e “garoto-propaganda” do site Cãopido, circula frequentemente pelas ruas do Pacaembu. Gordo, como também é chamado, adora acompanhar a turma da produtora quando vamos à barraca de frutas. Sabe como é, sempre pode rolar uma guloseima…
Depois de um pouco de exercício, Otto mostra que nada como um côco verde pra repor as energias de uma vez por todas.
A humanidade demonstrará ter evoluído,
quando a prática da adoção tornar-se mais comum do que a compra de animais.
…x…
Recebemos um e-mail com uma daquelas histórias tristes que podem ter um outro final quanto mais as pessoas tomarem consciência da solidariedade animal:
Cinquenta cães de raça precisam ser doados com urgência ou serão sacrificados. Após falência, a criadora teve que deixar a casa alugada onde morava sob mandado oficial. Os cães estão abrigados emergencialmente na casa de uma amiga da família. A maioria está em caixas de transporte, sendo retirada só para fazer as necessidades.
Raças Disponíveis para Adoção
- Cocker Americano (preto, preto com branco, marrom e preto com amarelo) – 47 ao todo (idade de 1 a 8 anos)
- Chow-Chow – fêmea, dourada, 3 anos;
- Pastor suíço – macho, branco, 3 anos;
- Colie – fêmea, 3 anos
Onde?
Os animais estão em Caucáia do Alto, próximo à Cotia e Embu das Artes.
Contatos
Cibele: (11) 4241-5502 e 9959-1609
Lígia: (11) 4704-6335
Quando o assunto na Gatacine é blog, a bola sempre vem pro meu pé e o desafio é fazer gol. Há tempos que o blog do Cãopido estava no banho-maria até eu perceber que precisava abraçar este “filhote virtual” pra ele decolar de vez. Agora escrevo um total de sete blogs: é preciso ser um verdadeiro polvo (!) pra dar conta de tudo ao mesmo tempo aqui na produtora!
Ser multifacetado é muito bom pra criatividade. Ser capaz de transitar entre diversos campos de assunto enriquece o repertório de um redator. Por isto, estou feliz de ter a oportunidade de escrever sobre cachorro. Vai ser muito legal mergulhar nesse universo animal!
O engraçado é que sou da ala felina, minha família sempre foi “gateira” e moro com uma gata cheia de personalidade chamada Olívia. Mas felizmente não sou aquele tipo de pessoa que acha que gostar de cachorro significa detestar gato e vice-versa. Pelo contrário. No meu coração, tem amor pra todo mundo!

Confesso que minha primeira interação mais próxima com cães aconteceu com o Otto, bulldog inglês do diretor Marcelo Galvão e garoto-propaganda deste site. Foi amor a primeira vista: o gorducho tem cara de pipoca e parece um gato: é tranquilão, dorminhoco e muito, muito fofooooo. Ele dá um astral muito bom aqui na produtora.
Outra novidade bacana do blog é a Coluna Social que estréia com Johny, boxer lindíssimo do ator Bruno Gagliasso. Várias outras personalidades e seus cães marcarão presença aqui no blog. Aguarde!
Por Thiago R. Salvador
Quando viajamos com nosso animal para fora de São Paulo sempre nos preocupamos com pulgas, carrapatos e as tão comentadas verminoses, mas, fora todos esses problemas, há também algumas outras coisas que devemos nos preocupar como, por exemplo, alguns animais silvestres. Entre eles, é muito comum encontramos serpentes (e algumas podem ser venenosas) em cidades fora de São Paulo, principalmente, em zonas rurais como sítios.
As serpentes do gênero Bothrops (como a jararaca) são responsáveis por 90% dos acidentes por serpentes na América do Sul. Em sítios, é bom termos cuidado por onde nosso animal anda, pois não só eles, mas nós mesmos estamos suscetíveis a encontrar uma jararaca em nosso caminho. Se isso acontecer, a melhor coisa é não mexer na serpente e deixar cada um seguir seu caminho, porém os cães não terão essa reação…
O que fazer em caso de acidente?
Caso um cão seja picado por uma jararaca, o melhor a fazer é manter a calma e manter o animal o mais calmo possível. O veneno quando inoculado causará vários sintomas, pois ele possui ações proteolíticas, coagulantes e hemorrágicas, sendo que os distúrbios hemostáticos são os sinais clínicos mais importantes. Quanto mais agitado o animal estiver, mais o veneno agirá nele.
Dos animais que sofrem acidentes com jararacas, poucos dos casos tratados culminam em óbito. Os casos mais graves geralmente decorrem de procedimentos incorretos tais como cortar o local da picada ou até mesmo o uso de torniquete. Esses procedimentos agravam a ação proteolítica do veneno, assim como aumentam o risco de infecção.
A gravidade do quadro clínico depende da espécie animal afetada, da sensibilidade individual do animal ao veneno, da quantidade de veneno inoculada, da espécie de serpente, do local afetado, do tempo decorrido após o acidente, entre outros fatores. A reação local é rápida e intensa e nas primeiras horas após o acidente, o animal já apresenta quadro de intoxicação.
Se seu animal sofrer um acidente ofídico, seja com uma jararaca ou com qualquer outra serpente peçonhenta, o melhor a fazer é:
- Manter a calma e deixar seu animal o mais calmo possível;
- Ir o mais rápido possível ao um médico veterinário;
- Se for possível, capture a serpente e leve-a junto com você, pois é muito importante reconhecer a serpente que inoculou o veneno em seu animal, pois assim poderá saber qual a ação do veneno e obter um tratamento mais fidedigno;
- Procure não matar a serpente, lembre-se que ela estava ali antes de nós – são os seres humanos que estão invadindo o habitat delas e não ela o nosso.
O quanto antes for aplicado um soro e feito o tratamento suporte para seu animal (como fluidoterapia e antiinflamatórios não esteroidais e outros, caso necessário), melhor será o prognóstico de seu animal de estimação.
Informações Técnicas
O processo inflamatório é causado pelas ações proteolíticas do veneno. As ações anticoagulantes e hemorrágicas também influenciam na evolução da atividade antiinflamatória. A ação anticoagulante, ao formar trombos na microvasculatura, provoca consequentemente hipoxia com agravamento de dor, edema e necrose tecidual. A ação hemorrágica amplia o quadro inflamatório por lesão do endotélio vascular que propicia o extravasamento de líquidos para o espaço intersticial. A nefrotoxicidade ocorre devido à ação direta do veneno sobre os rins, provocando lesão celular, e indiretamente é causada pelo choque hipovolêmico ou por meio de microcoágulos que provocam obstrução da microcirculação renal, levando à isquemia.
…X…
Thiago R. Salvador (CRMV-SP 19.512) é médico veterinário da Clínica Veterinária Estação Zoo.
Estação Zoo: R Loefgreen, 1.484 – Vila Clementino – SP – (11) 5084.6912 – 5083.6495

